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GERAL
15/04/2019 - 08 hrs
 
Inaraí já está na Alemanha e inicia tratamento
 
A concordiense Inaraí França, de 26 anos, chegou no fim de semana à Alemanha, país europeu, onde ela vai realizar o tratamento contra a Doença de Lyme. Ela embarcou na última sexta-feira, dia 12, em Chapecó, e chegou na cidade alemã de Bad Aibling na noite de sábado, dia 13.  Atualmente, Inaraí corre risco de morte em função do estágio avançado da doença.

Neste domingo, dia 14, a concordiense publicou um vídeo nas redes sociais mostrando que já está internada na clínica onde fará o tratamento - ela deu entrada neste domingo. Inaraí passou por entrevistas e se preparou para o início do procedimento. O tratamento inicia nesta segunda-feira, dia 15. A mãe dela a acompanha no quarto. Ela reclamou de dores durante a viagem. Na Alemanha ela tem se comunicado em inglês com a equipe médica.

Ela deverá ser submetida a um procedimento parecido com pacientes que têm câncer. Na Alemanha, ela ficará internada até, provavelmente, dia 6 de maio. Depois, ela poderá voltar para Concórdia, onde continuará o tratamento sob os cuidados de outra equipe médica. A chegada está prevista para 13 de maio. Além disso, Inaraí vai necessitar de uma série de medicações por quase um ano e precisará, ainda, ir a São Paulo e Passo Fundo para consultas.

Tratar a doença foi possível após uma série de campanhas realizadas por ela, pela família e por amigos desde o início do ano. Várias ações foram realizadas e a comunidade concordiense a ajudou. No entanto, os gastos continuam. Por isso, os amigos continuam organizando algumas campanhas para continuar arrecadando recursos. As informações podem ser vistas na página Pela Vida de Nara.

A concordiense convive com a doença há 17 anos. Até conseguir ter o diagnóstico da doença, a jovem passou por cerca de 22 médicos e diversos tratamentos que tentaram identificar o que causava uma série de dores e mal-estar. Por conta da demora no diagnóstico, ela já está na terceira fase da doença, que é a neurológica, com bactéria alojada no cérebro. Todos os métodos de tratamento existentes no Brasil já foram tentados por ela. 


 
Impresso em: 25/05/2019 às 02:42

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