Rádio Rural AM 840

OPINIÃO

PAULO GONÇALVES



Jornalista
Paulo Sérgio Gonçalves, radialista e jornalista. Formado em Letras Português/Inglês pela Unoesc/Joaçaba, Pós-graduado em Comunicação, Informação e Cultura pela UnC-Concórdia e formado em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela UnC-Concórdia.




A queda do Galo do Oeste
Adicionado em 29/03/2018 às 09:25:45

A confiança é uma das essências do futebol e qualquer outro esporte. Sem ela, o desempenho fica comprometido. A confiança só acontece com as vitórias. O Galo do Oeste, agora rebaixado para a 2ª Divisão, ficou 11 jogos sem vencer. A cada tropeço, a desconfiança aumentava e o nível de confiabilidade no potencial do time despencava.

Percebia-se nas entrevistas de dirigentes que entusiasmo das primeiras rodadas estava em franco declínio. No primeiro turno, o Concórdia Atlético Clube chegou a figurar entre os cinco melhores do estado.Entretanto, o returno foi desastroso. Os resultados não vieram e o Galo não apresentava forças para reagir.

Acompanhei a cobertura da equipe de esportes da Rádio Rural e da Rádio 96 em todos os jogos e percebi que, em nenhum momento, faltou luta, entrega e mobilização do grupo de jogadores e da diretoria. Mas, o futebol (sem vitórias) gera desânimo, pressão e incertezas. Quando um time acumula dez jogos sem vitórias, fica difícil para o torcedor, para o próprio grupo de jogadores, dirigentes e comissão técnica acreditarem que o caminho percorrido é o caminho certo.

A sequência de insucessos fez com que o Galo sucumbisse e tivesse na partida decisiva contra o Hercílio Luz o mínimo de perspectivas de permanecer na 1ª Divisão. O rebaixamento foi uma consequência de uma campanha pífia do returno.

Todas essas observações fazem parte do futebol. A queda para a 2ª Divisão não pode representar o fim, mas, deve servir de aprendizado. A eficiência demonstrada fora de campo pela direção do Galo não foi traduzida em resultados dentro de campo. Isso demonstra que é preciso avançar nas próximas composições de grupos de jogadores. Por fim, é momento de reavaliar, erguer a cabeça e seguir em frente. O futebol de Concórdia é feito por pessoas abnegadas, gente que se doa para garantir que a cidade tenha essa representatividade esportiva. Portanto, mais do que criticar, é preciso apoiar e sugerir. O trabalho precisa ter continuidade.





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