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Bancários da região vão entrar em greve
Assembléia, na quinta, definiu pelo movimento.


Por Marcos Feijó
Em 02/09/2016 - 07h35 - Atualizada em 04/09/2016 - 11:46



Na quinta (01) aconteceu assembleia regional sobre a negociação salarial dos bancários. Não houve acordo.  A classe patronal, conforme o Sindibanc, oferece 6.5% de reposição e um abono de R$ 3.000,00 em uma só vez, ou seja, sem incorporação. Os trabalhadores pedem 14,78%. Lembrando que a inflação dom período é de 9,78%.

Sendo assim foi definido que na quinta-feira (08) inicia a grave dos bancários. Lembrando que no dia 7 é feriado nacional.

Nota do Sindicato

Durante assembleia geral extraordinária, realizada na noite de ontem, bancários que integram a base de Concórdia e Região votaram pela rejeição da proposta da Fenaban, apresentada no último dia 29 de agosto de reajuste de 6,5% no salário, na PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A oferta não cobre a inflação do período e representa perdas de 2,8% para o bolso de cada bancário. Com a decisão, a categoria que integra bancos públicos e privados do país, deflagrou greve a partir de seis de setembro. Na base de Concórdia a medida deve passar a valer a partir de oito de setembro.

Após quatro rodadas de negociações com o Comando Nacional de Greve, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs reajuste de 6,5%, valor abaixo do esperado pela categoria que pede 14,78% de reajuste salarial, sendo reposição da inflação mais 5% de aumento real. Desde o dia nove de agosto, quando foi entregue a minuta de reivindicações a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), a classe aguarda por um parecer positivo nas negociações, sentimento que durante quatro encontros, foi frustrado para a categoria.

Reivindicações

Os eixos centrais da Campanha Nacional 2016 são: reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24 em junho), PLR de três salários mais R$ 8.317,90, combate às metas abusivas, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, mais segurança, melhores condições de trabalho. A defesa do emprego também é prioridade, assim como a proteção das empresas públicas e dos direitos da classe trabalhadora.





01 COMENTÁRIO - Deixe também o seu Comentário



Rodrigo Stain comentou em 02/09/2016 as 10:36:47

Ainda bem que tudo esta sendo automatizado e cada vez menos precisamos dos bancários, não vejo a hora de só ter máquinas nos servindo para não precisar mais deles, porque agora que descobriram a receita, toooodo ano é a mesma coisa, pedem algo, não ganham, fazem greve, não ganham tudo que pedem e dai no novo ano tudo se repete. O que chama atenção é que oferecem aumento abaixo da inflação, dai acham errado, blza, mas o reajuste da inflação não chega, eles tem que ganhar acima da inflação.



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