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Voto de Jader não altera situação dele dentro do PSD
Presidente da sigla diz que poderia haver aproximação com a situação.


Por Luan de Bortoli
Em 03/01/2017 - 07h54 - Atualizada em 04/01/2017 - 08:05


Presidente do PSD, Valmor Bernart (Foto: Arquivo Pessoal)

A polêmica votação de Jaderson Miguel na eleição que definiu o presidente da Câmara de Vereadores de Concórdia, no último domingo, dia 1º, não prejudicou a posição do vereador dentro do PSD. Jaderson votou na chapa encabeçada por Artêmio Ortigara (PR), partido do qual o PSD seria oposição. Ele justificou o voto dizendo que não votaria em chapa composta também pelo PT, cujo ele foi oposição nos últimos quatro anos.

Em entrevista à reportagem da Rural e da 96, o presidente do PSD, Valmor Bernart, informou que a decisão do vereador em votar pela chapa que, na teoria o PSD faz oposição, foi isolada do partido. No entanto, houve nos bastidores tentativa de formar uma segunda chapa, para concorrer com Ortigara, encabeçada pelo próprio Jader. “Foi uma posição pessoal. Desde o início ele tinha manifestado esta posição. Foi oferecido ao Jaderson e ao partido de ser o presidente da Câmara por dois anos, mas ele, que era o interessado, abriu mão disso”, explicou o presidente. Ouça parte da entrevista abaixo.

Sem segredo já que a informação ventilava nos bastidores há algumas semanas, Bernart também confirma que a decisão do vereador em votar na chapa da situação não surpreendeu o partido. Ele já havia informado o PSD de que posição tomaria mesmo estando ciente da possibilidade de encabeçar a outra chapa. Assim, a posição do partido, bem como de Jaderson, dentro da Câmara, não será de oposição radical ou de situação. Segundo presidente, “Jaderson vai criticar o que for preciso e elogiar quando necessário”.

Isso mostra que a posição adotada pelo vereador durante a votação não prejudicou a situação dele dentro do partido. O presidente confirma que não há qualquer imposição dentro da sigla. Mas reconhece que faltou diálogo da situação para com o PSD, o que poderia ter alinhavado uma possível aproximação do partido com a atual situação. “Talvez poderia ter tido um diálogo maior entre as partes e a nossa posição juntamente da dele [Jader], favorável. Não teria problema nenhum”, revela, completando que “não haveria uma união, mas haveria uma transparência maior na decisão do Jader”.

Escute o áudio desta notícia:




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