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CONCÓRDIA

Hospital São Francisco contará com medicina nuclear
Método ajuda a identificar, por exemplo, tumores muito pequenos.


Por Luan de Bortoli
Em 09/01/2017 - 08h07 - Atualizada em 09/01/2017 - 09:47



Hoje o Hospital São Francisco atende diversas áreas e para 2017 a novidade será o serviço de medicina nuclear. Após a confirmação do empenho no valor de R$ 1 milhão, através da emenda parlamentar do deputado federal Pedro Uczai, o HSF terá exames de cintilografia.

Os nomes (medicina nuclear e centilografia) não parecem tão receptivos quanto os benefícios. A medicina nuclear é um método de diagnóstico por imagem. Utiliza pequenas porções de substâncias radioativas que, quando introduzidas no corpo, são atraídas para órgãos específicos e produzem emissões. A localização dessas emissões é detectada por uma câmara especial (câmara de cintilação) que as transforma em imagens e, assim, permite ao médico nuclear identificar alterações e diagnosticar doenças. Além de ser seguro e indolor, apresenta grande sensibilidade para detectar anormalidades nas funções do órgão examinado.

Segundo o diretor administrativo do HSF, Rodrigo Lopes, o equipamento responsável pelo exame é considerado uma inovação. “O nosso hospital sempre busca aprimorar e ampliar seu parque tecnológico. Concretizando-se o recebimento da verba, a implantação deste novo serviço vai disponibilizar mais uma ferramenta para auxiliar no diagnóstico médico. Estaremos gerando maior segurança a nossa população, que não necessitara deslocar-se para outros municípios”, destaca. Rodrigo lembra ainda que a parceria entre os órgãos público e privado, como está sendo o tramite para a aquisição do equipamento, é fundamental e benéfico a toda população.

O radiologista do HSF Frederico Pletz, explica ainda que a cintilografia pode diagnosticar tumores bem pequenos que geralmente são impossíveis de serem vistos por exames mais simples e não existe nenhuma contra indicação, apenas em mulheres grávidas, evita-se fazer o exame. “Entre os benefícios, está à identificação e especificidade de certos tipos de nódulos, da tireoide, pâncreas, por exemplo, a identificação de extensão em outros lugares e metástases”.

A notícia do empenho da verba junto ao Ministério da Saúde veio através do deputado estadual Neodi Saretta. Na avaliação, destaca que investimentos na saúde sempre são essenciais. Lembrando também que o tramite de tudo aconteceu no último mês do ano. “É a época mais propícia, aproveitamos a oportunidade e conseguimos o empenho de R$ 1 milhão. O contrato já foi assinado no dia 2 de janeiro e o próximo passo é a liberação da verba”. Além da Câmara Cintilografia, será possível a aquisição de um cardioversor e um oxímetro.



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