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Bombeiros de Arabutã trabalham para ajustar as contas
Objetivo é chegar ao fim do ano sem prejuízos ou dívidas.


Por Luan de Bortoli
24/10/2017 - 08h
- Atualizada em 25/10/2017 - 07:11


Foto ilustrativa

A necessidade de troca de equipamentos e reforma da sede é grande mas precisa ser protelada pelo Corpo de Bombeiros Voluntários de Arabutã por conta de falta de recursos para atividades que podem ser consideradas “extras”. Ou seja, a equipe conta apenas com recursos para realizar atendimentos e pagar as contadas mensais, especialmente no que diz respeito à folha salarial.

Na terceira reportagem especial com a situação dos bombeiros da região do Alto Uruguai o que se constata é algo bastante parecido com as demais corporações: situação financeira apertada, necessidade de investimento e falta de recursos estaduais. O que a equipe mais precisaria agora seria uma reforma na sede, e para isso vai buscar recursos estaduais e federais.

Conforme disse o comandante Amélio Renner em entrevista à reportagem da emissora, a reforma, por exemplo, não chega a ser urgente, mas é uma mudança necessária para breve. “A necessidade, não vou dizer que urgente, é prioritário que tenhamos que fazer pintura na sede, reforma interna. E também nas viaturas, volta e meia dá uma batida, raspada, e elas são de emergência. A gente tá pleiteando com deputados, governo”, diz.

A equipe tem trabalhado para fechar as contas, até o fim do ano, positivamente. O objetivo é não deixar faltar os direitos dos profissionais. E para auxiliar a corporação, os bombeiros de Arabutã sempre contam com a ajuda da comunidade. “A princípio estamos fazendo ajustes, apertando aqui e lá. Estamos torcendo que vamos chegar ao fim do ano com décimo terceiro e férias tudo em dia. A comunidade nunca faltou conosco. A gente tem a contribuição na fatura de luz, e estamos reiniciando essa campanha”, comenta.

A corporação de Arabutã conta atualmente com 22 bombeiros e atende a uma média de três ocorrências por dia, a maioria sendo pré-hospitalar. O comandante explica, no entanto, que seria preciso de mais profissionais para auxiliar especialmente em ocorrências mais graves, quando até chega a faltar bombeiros.



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