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Delegado explica flexibilização da posse de armas

Seleção passa de subjetiva para objetiva, analisando a necessidade de ter uma arma.

Por Marcos Feijó
17/01/2019 às 07h05 | Atualizada em 17/01/2019 - 16h21

Muito temos lido, ouvido e visto na imprensa nacional, mas nada melhor que a explicação de uma autoridade local sobre o Decreto que flexibiliza a posse de armas e assinado nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro. O Delegado Regional, da 14ª região, Marcelo Nogueira, esclareceu aos ouvintes da Rural/96, como era a posse antes e como será agora (OUÇA abaixo).  Marcelo Nogueira faz questão de separar o que é posse e o que é porte. “A flexibilização é apenas para a posse, ou seja, ter em casa ou no estabelecimento. Não é para porte, o que dá direito de sair com a arma”.  Para o delegado, o decreto trouxe, na sua essência, um caráter mais objetivo para a concessão de registro de arma de fogo de uso permitido. “Ampliou a possibilidade de o cidadão adquirir”, comenta o policial. 

Entre os requisitos para se enquadrar como comprador de armas está principalmente a declaração de efetiva necessidade. “Este é o grande diferencial com este decreto”, finaliza Marcelo Nogueira, que lembra, também, que o prazo de validade de registro passará para 10 anos e quem está com o registro em curso na publicação do Decreto, automaticamente este já é dado como estendido.

Confira o áudio:






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