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Em queda, redução do preço da gasolina é lenta

Em dois meses, produto diminui 35 centavos.

Por Luan de Bortoli
25/01/2019 às 06h58 | Atualizada em 25/01/2019 - 09h38

Que o preço da gasolina passou por altas que pesaram fortemente no bolso do consumidor, todos sabemos. No ano passado, em outubro, em Concórdia, o combustível chegou a atingir média de R$ 4,66, a maior da história no município. Depois de meses de altas seguidas, o produto começou a sofrer quedas consecutivas, mesmo que valores considerados irrisórios pelos motoristas.

Na semana passada, a terceira de janeiro, o produto chegou a marca média de R$ 4,31 em seis postos, conforme pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O preço é sete centavos mais barato do que a segunda semana de janeiro. Mas se a comparação for feita com a média de outubro, quando era de R$ 4,66, a redução foi de 35 centavos em pouco mais de dois meses.

Esta baixa até pode ajudar um pouco no bolso do consumidor, mas ainda está longe do valor considerado ideal por eles. Para efeito de comparação, em janeiro de 2018, exatamente um ano atrás, a gasolina tinha um preço médio, em Concórdia, de R$ 4,25, seis centavos a menos do que atualmente. Se voltarmos um pouco mais, em julho de 2017, o produto saia por R$ 3,75, ou seja, uma diferença de 56 centavos. 

Estas comparações mostram que o preço da gasolina está caindo, mas ainda está longe do valor cobrando no passado. Naquela época, entre início de 2018 e fim de 2017, o preço do produto, quando saía das refinarias, custava entre R$ 1,40 e R$ 1,50, como atualmente. Vale ressaltar que a gasolina de Concórdia segue como a mais cara do Estado.

Já quanto aos outros combustíveis, o etanol caiu na média da terceira semana em relação à segunda semana. Fechou com R$ 3,62, cinco centavos a menos do que anteriormente. O diesel também apresentou uma queda semanal. Caiu dos R$ 3,50 para R$ 3,37 em Concórdia, conforme a agência.





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