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Tratamento de Inaraí na reta final na Alemanha
Ela deve voltar ao Brasil na próxima semana.


Por Luan de Bortoli
Em 02/05/2019 - 06h40 - Atualizada em 02/05/2019 - 07:44



O tratamento da jovem concordiense Inaraí França, de 26 anos, entrou nesta quarta-feira, dia 1º de maio, na última semana na Alemanha.  Ela luta contra a doença de Lyme, enfermidade que a atinge há 17 anos e que pode levá-la a morte devido ao estágio avançado que se encontra. O tratamento é feito na cidade alemã de Bad Aibling, na Europa. Os procedimentos, apesar de difíceis, têm obtido êxito.

A mãe de Inaraí, Loresnei França, explicou à reportagem da emissora que estes são os últimos momentos de tratamento na clínica. Depois, ele continua, mas no Brasil. Nos últimos dias, ela foi submetida a dois procedimentos mais intensos e considerados mais complicados. Um deles é a Hipotermia de Corpo Inteiro. Inaraí passou por esta etapa duas vezes – uma na semana passada e outra, nesta semana.

Na última terça-feira, a jovem foi submetida à Plasmaferese, que é um procedimento parecido com a hemodiálise, onde o sangue passa por uma máquina que o livra de impurezas. Depois dos dois métodos, ela precisa ficar em repouso absoluto por horas para que o corpo possa se recuperar. Loresnei ainda explicou que nos últimos dias a filha não tem passado bem em função de reações ao tratamento, e está bastante fraca.

De agora até a próxima semana, Inaraí continua com o tratamento diário em diversas salas da clínica, mas são procedimentos menos intensos, com medicamentos, vitaminas e injeções. A tendência é que na próxima terça-feira, dia 7, a concordiense receba alta. Enquanto isso, elas também vão aguardar a chegada de medicamentos, cujo valor não está incluso no pago à clínica, gerando mais gastos.

Tratar a doença foi possível após uma série de campanhas realizadas por ela, pela família e por amigos desde o início do ano. Várias ações foram realizadas e a comunidade concordiense a ajudou. No entanto, os gastos continuam. Por isso, os amigos seguem organizando algumas campanhas para continuar arrecadando recursos. As informações podem ser vistas na página Pela Vida de Nara.

A concordiense convive com a doença há 17 anos. Até conseguir ter o diagnóstico da doença, a jovem passou por cerca de 22 médicos e diversos tratamentos que tentaram identificar o que causava uma série de dores e mal-estar. Por conta da demora no diagnóstico, ela já está na terceira fase da doença, que é a neurológica, com bactéria alojada no cérebro. Todos os métodos de tratamento existentes no Brasil já foram tentados por ela. 



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