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Em matéria diretor do IGP/SC cita o problema de Concórdia

Falta de profissionais da área para realizar as autópsias.

Por Ederson Vilas Boas
15/05/2019 às 08h16 | Atualizada em 15/05/2019 - 13h49

O caso da falta de profissionais no IGP de Concórdia foi destaque no Jornal do Almoço da NSC. A reclamação é a demora no atendimento e o período longo que as famílias ficam aguardando até a liberação do corpo.

Em Santa Catarina o Instituto Geral de Perícias tem 29 unidades e precisaria de 345 peritos criminais, mas hoje tem 120 na ativa. Tirando aqueles que estão em funções administrativas, de férias, ou de licença por algum motivo, sobram menos de 100 profissionais. Um concurso público para contratar mais peritos foi feito em 2017 e homologado em maio do ano passado, na época foi a solução encontrada para repor os funcionários que estavam se aposentandos, de lá para cá mais gente se aposentou e até agora ninguém foi chamado.

Conforme o diretor-geral do IGP de Santa Catarina, Giovani Eduardo Adriano, a expectativa é chamar 300 profissionais nos próximos três anos.

No ofício que o diretor-geral do IGP, Giovani Eduardo Adriano, mandou recentemente para o Coronel Araújo Gomes, Secretário de Segurança Pública do Estado, fica claro ainda que o número de servidores já não é mais suficiente para o atendimento 24 horas. O diretor do IGP usa o exemplo da cidade de Concórdia.

Na última semana, familiares ficaram 16 horas aguardando a liberação do corpo de um homem que faleceu em Concórdia. O médico legista veio da cidade de Chapecó. 

Confira o áudio:






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