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CONCÓRDIA

Preços da gasolina e etanol com baixa em junho
O diesel foi o único combustível com alta no mês anterior.


Por Luan de Bortoli
Em 15/07/2019 - 06h39 - Atualizada em 15/07/2019 - 14:15



A média mensal dos preços dos combustíveis de Concórdia trouxe um rápido alento para o consumidor. O valor por litro sofreu uma rápida queda no que diz respeito à gasolina e uma redução mais considerável no valor do etanol. As informações foram levantadas pela reportagem da emissora através dos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Conforme os números, a gasolina registrou uma media mensal de R$ 4,47, três centavos a menos do que em maio. O período foi marcada por quedas no preço do produto nas refinarias, mas na bomba a redução foi menor do que a esperada. A agência realizou a consulta em 24 postos de Concórdia, onde os preços variavam de R$ 4,25 a R$ 4,65. O produto ainda é o mais caro de Santa Catarina.

A redução mais relevante do mês de junho ficou para o etanol. O valor médio mensal do produto caiu dez centavos no comparativo com maio, chegando a R$ 3,81. Com a queda, o etanol de Concórdia agora é o segundo mais caro do Estado, e não mais o primeiro. Foram pesquisados 12 postos. Neles, os preços encontrados foram de R$ 3,56 até R$ 4,05 no período.

O diesel, no entanto, apresentou alta. O preço médio do litro do combustível aumentou dois centavos em relação a maio, subindo de R$ 3,61 para R$ 3,63. Com a rápida alta, este preço deixa Concórdia no segundo lugar do ranking no Estado. Foram consultados pela ANP 16 estabelecimentos, sendo que os preços variavam de R$ 3,46 a R$ 3,71.

Desde a metade do mês de maio, a Petrobrás vem reduzindo o preço da gasolina e, eventualmente, do diesel, nas refinarias. Em quase dois meses, foram registradas pelo menos cinco reduções e nenhuma alta na gasolina. Em 16 de maio, nas refinarias, o produto saía por R$ 2,04. Já na última semana o valor era de R$ 1,68, o menor desde fevereiro.

Os reajustes nos preços dos combustíveis pela Petrobras são alinhados ao mercado internacional do petróleo, seguindo os valores do petróleo Brent e ao câmbio. O repasse dos ajustes nas refinarias para os consumidores finais nos postos de combustíveis dependerá de diversos fatores, como tributos, margens de distribuição e revenda, e mistura obrigatória de biodiesel em ambos os combustíveis.



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