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Julgamento de assassinato ocorrido há seis anos ocorre em Lindóia do Sul

Disputa por espaço de terra seria o motivo. Autor alega legítima defesa.

Por Marcos Feijó
18/11/2019 às 07h55 | Atualizada em 19/11/2019 - 11h42


A Justiça da comarca de Ipumirim realiza nesta terça-feira o julgamento do caso do assassinato de Lirio Salvinski, que ocorreu no dia 9 de outubro de 2013 em Linha Sertãozinho, Lindóia do Sul.  O autor do disparo de arma de fogo, que matou Salvinski é Emerson Lodi que foi denunciado por homicídio simples e porte ilegal de arma. O advogado Osmar Colpani disse que Emerson Lodi mantém o argumento de que efetuou o disparo em legítima defesa. Ele reponde o processo em liberdade.

O caso 
No dia 9 de outubro de 2013, Lírio Salvinski foi encontrado com perfurações no peito e com uma arma na mão, mas sem disparo. O disparo fatal foi feito por Emerson Lodi. O legista Marcelo Boering informa que foi um disparo de arma de fogo, mas com quatro perfurações no lado esquerdo do peito. Foram localizados chumbos no coração, pulmão e tórax. O motivo do homicídio seria uma discussão por divisa de terra. Emerson Lodi prestou depoimento ao delegado Glademir Langa e alegou legítima defesa. 

Apresentação
Acompanhado pelo advogado, Osmar Colpani, e pelo pai, apresentou-se na manhã da sexta-feira, dia 11 de outubro, dois dias após o crime, na Delegacia de Ipumirim, Émerson Lodi (38), que matou Lírio Salvinski (51) em Sertãozinho,  na tarde da quarta-feira (09). Durante a fuga ele teria ligado para autoridades dizendo que se entregaria.  Ele foi liberado e se propôs a colaborar para a reconstituição.
Lírio foi encontrado com perfurações no peito e com uma arma na mão, mas sem disparo. A arma usada por Emerson não foi localizada.

O júri é presidido pela juíza Letícia Bodanese Rodegheri. Na acusação o promotor Lucas dos Santos Machado. Na defesa, Osmar Colpani. O Tribunal começou às 9 da manhã. 





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