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Homicídio em Lindóia: dois anos de prisão aberta transformada em serviços comunitários

Legítima defesa aceita. Condenação por porte ilegal de arma.

Por Marcos Feijó
19/11/2019 às 18h02 | Atualizada em 20/11/2019 - 09h46



 A Justiça da comarca de Ipumirim realizou nesta terça-feira o julgamento do caso do assassinato de Lirio Salvinski, que ocorreu no dia 9 de outubro de 2013 em Linha Sertãozinho, Lindóia do Sul.  O autor do disparo de arma de fogo, que matou Salvinski foi Emerson Lodi que foi denunciado por homicídio simples e porte ilegal de arma.

O advogado Osmar Colpani alegou que Emerson Lodi efetuou o disparo em legítima defesa. E esse foi o entendimento dos jurados. Émerson acabou condenado a 2 anos no regime inicial aberto com transformação da pena para serviços comunitários pelo mesmo tempo em que seria o regime. Porém acabou condenado pelo posse ilegal de arma de fogo.

Ele repondeu o processo em liberdade e recorrerá em liberdade.  Tanto defesa como acusação recorrerão. 

O caso 
No dia 9 de outubro de 2013, Lírio Salvinski foi encontrado com perfurações no peito e com uma arma na mão, mas sem disparo. O disparo fatal foi feito por Emerson Lodi. O legista Marcelo Boering informou que foi um disparo de arma de fogo, mas com quatro perfurações no lado esquerdo do peito. Foram localizados chumbos no coração, pulmão e tórax.


O júri foi presidido pela juíza Letícia Bodanese Rodegheri. Na acusação trabalhou o promotor Lucas dos Santos Machado. Na defesa, Osmar Colpani.


O pai do réu faleceu no dia do julgamento. Émerson pediu que o Tribunal tivesse sequência. 

(Apoio: Juliane Rell)





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