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Diesel e etanol têm alta no preço médio em 2019 e gasolina cai em Concórdia

Dados foram divulgados pela ANP e analisados pela reportagem.

Por Luan de Bortoli
17/01/2020 às 06h30 | Atualizada em 17/01/2020 - 07h41


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) liberou na última semana a média do preço de todos os meses dos combustíveis e, com base nestes dados, a reportagem da emissora fez um levantamento para o preço anual dos produtos, que apontou um 2019 quase sem alterações no valor médio em relação a 2018.

A gasolina, por exemplo, atingiu, no ano que passou, R$ 4,33 de média, apenas oito centavos a menos do que a média de 2018, que foi de R$ 4,41. Pelos anúncios do governo, se esperava uma queda maior. A diferença de valor foi de apenas 1,8% de um ano para o outro em Concórdia. O mês com a menor média foi setembro, com R$ 4,22, enquanto que a maior foi atingida em maio, com R$ 4,50.

O etanol teve um aumento na média, confirmando uma tendência de alta nacional. Mas, em Concórdia, esta subida foi de apenas dois centavos, subindo de R$ 3,75 para R$ 3,77 de 2018 para 2019, um aumento de 0,5%. No país, o aumento chegou a 11% no etanol. A maior média do ano também foi atingida em maio, com R$ 3,91. Já a menor foi registrada em fevereiro e março, com R$ 3,68.

O diesel foi o que teve maiores alterações. A alta anual foi de 4,0% em Concórdia. Ou seja, um aumento de 14 centavos. Saiu de R$ 3,42, em 2018, para R$ 3,56 em 2019, conforme os dados da ANP. A menor média do diesel foi alcançada em fevereiro, com R$ 3,39. Já o maior preço foi observado no mês de novembro, com R$ 3,70 – valor superior às médias de 2018, inclusive.

A Petrobras informa que leva em consideração em sua política de preços o chamado Preço Paridade Internacional (PPI), influenciado por fatores como câmbio e o preço do barril de petróleo no mercado internacional. A companhia utiliza ainda mecanismos de proteção através de derivativos financeiros para reduzir a frequência dos reajustes.





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