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Etanol e diesel atingem recordes históricos em Concórdia

Gasolina também começou o ano em alta.

Por Luan de Bortoli
10/02/2020 às 06h30 | Atualizada em 10/02/2020 - 11h08


Em se tratando de preço de combustível, 2020 começa do mesmo jeito que 2019 terminou: com a alta dos produtos em Concórdia. Em janeiro, gasolina, etanol e diesel registraram uma de suas maiores altas dos últimos meses e atingiram valores médios históricos, conforme aponta levantamento feito pela reportagem da emissora com base nas informações da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

A gasolina alcançou, em janeiro, a média de R$ 4,49, a maior dos últimos oito meses no município. São nove centavos a mais do que o valor médio de dezembro. Conforme a ANP, o preço da gasolina variava de R$ 4,35 a R$ 4,60. Foram consultados 30 postos ao longo de janeiro para chegar a esta média, que é a segunda mais cara do estado, ao lado de São José e Palhoça. 

O etanol, por sua vez, teve a maior alta de janeiro. Subiu 19 centavos em relação a dezembro, chegando a R$ 4,08 de média, segundo a agência, que consultou 15 postos no primeiro mês do ano. O preço variava de R$ 3,80 a R$ 4,50. Além da alta, a média também é a maior da série histórica, desde 2004. No estado, o etanol de Concórdia é o mais caro.

Por fim, o diesel alcançou a média de R$ 3,79 em janeiro. São treze centavos a mais do que o valor de dezembro. E, assim como o etanol, esta foi a maior média da série histórica, desde 2004, e também o mais caro de Santa Catarina no último mês. Em 22 postos pesquisados pela ANP, o produto era encontrado de R$ 3,61 a R$ 3,96.

Mas há uma tendência de queda para o mês de fevereiro. Somente nas últimas semanas, a Petrobrás anunciou quatro reduções no preço da gasolina e do diesel. Na soma, a gasolina fechou janeiro com redução total de 11,3%, enquanto que o diesel abaixou 14,5%, ambos nas refinarias. A queda para o consumidor depende, entre outros fatores, de os postos aplicaram o novo valor na bomba.

A estatal tem reiterado que sua política para ambos os combustíveis segue o princípio da paridade de importação, que leva em conta preços no mercado internacional mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio.





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Santina Goss Kopp comentou em 10/02/2020 as 11:30:47
Concórdia, em todos os sentidos, sempre estão fora da casinha! ????????




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