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Concórdia

Prefeitura aguarda licença ambiental para nova área industrial de Concórdia

Empresa vencedora da licitação já foi homologada.

Por Luan de Bortoli
24/02/2020 às 06h29 | Atualizada em 25/02/2020 - 07h49


Apesar de já definida a empresa, o início dos trabalhos no terreno que vai abrigar a nova área industrial de Concórdia ainda não iniciaram por falta de autorização do Instituto do Meio Ambiente (IMA). A vencedora do processo licitatório é a SRV PROJETOS E CONSTRUÇÕES LTDA EPP, que foi homologada ainda no início deste mês.

Conforme informações do secretário de desenvolvimento econômico e turismo, Wagner Simioni, a administração municipal aguarda a licença ambiental do governo do estado. A emissão do documento é esperada desde o início do mês. A equipe da prefeitura tem mantido contato frequente com técnicos do IMA, mas até agora sem previsão para a liberação.

Somente quando o órgão emitir a autorização ambiental é que a administração municipal de Concórdia poderá assinar a ordem de serviço com o representante da empresa. O próximo passo já será o início dos trabalhos. A prefeitura espera que a emissão da licença e a autorização para início da obra ocorram ainda em março.

A previsão inicial era que todas estas etapas fossem concluídas ainda em janeiro e o início da obra, em fevereiro. No entanto, por questões legais durante a licitação, houve adiamentos. A SRV terá seis meses para concluir a obra, a partir da concretização contratual. A expectativa era que a obra fosse concluída até o começo do segundo semestre, mas com a atualização de prazos, a expectativa é que o fim dos trabalhos ocorra no decorrer do período.

A estrutura às margens da BR-153, com um total de 265 mil metros. Até o segundo semestre de 2020 é possível que os terrenos da nova área industrial já estejam disponíveis aos empresários interessados. Segundo o secretário de desenvolvimento econômico, Wagner Simioni, a definição de cada espaço para as empresas se instalarem será feita em paralelo enquanto a obra é feita para evitar atrasos.

Conforme Simioni destacou, a nova área industrial é um desejo antigo de empresários e do próprio poder público. A estrutura atual é da década de 80 e desde o início dos anos 1990 não há investimentos ou melhoras. Restam apenas dois pequenos terrenos naquela estrutura, o que não comporta empresas nos patamares atuais.

A nova área industrial terá diversos espaços que variam de 10 a 35 mil metros cada. Já havia um projeto existente quando a atual gestão assumiu a administração municipal, mas a equipe analisou e optou por modificar alguns pontos para atender as demandas e anseios do atual momento. Por isso houve uma demora para o início da obra.





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