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Com decreto estadual, comércio de Concórdia ficará fechado por mais uma semana

CDL está atenta à saúde pública, mas também aos danos aos lojistas.

Por Luan de Bortoli
25/03/2020 às 06h29 | Atualizada em 25/03/2020 - 18h28


A medida de restrição e isolamento, decretada pelo governador de Santa Catarina, Carlos Moises, atinge principalmente o comércio. Em Concórdia, o setor está parado desde a quarta-feira da semana passada e assim deverá permanecer pelo menos até a próxima terça-feira, dia 31, caso não haja mudanças no decreto do governo catarinense.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Concórdia entende a necessidade de evitar a circulação de pessoas. A entidade de realizado orientações aos lojistas, mas também cobrado, através da Federação de CDLs de Santa catarina, medidas para evitar tantas perdas dentro do setor. Alguns atendimentos e setores do comércio têm voltado a funcionar após acerto entre as partes.

Nesta terça-feira, dia 24, a CDL de Concórdia reuniu os diretores para discutir o assunto através do seu comitê de crise, conforme o presidente da entidade, Rogério Cecchin. A CDL também reforça as medidas de fiscalizações por parte dos órgãos de segurança como é o caso da Polícia Militar que irá fiscalizar o não cumprimento do decreto na íntegra em todas as cidades do estado.

"Nós já aguardávamos que haveria este novo decreto, porque sete dias não teria efeito positivo. Então, por se tratar de um decreto, só nos resta cumprir. Mas a FCDL, FACISC e Fecomércio fizeram um ofício e mandaram para o governador, para que ele se sensibilize para que a gente consiga colocar nossa opinião com alguns serviços que possam ser abertos. Por exemplo, oficinas mecânicas, lavanderia, material de cosntrução, atividades imobiliárias".

"Ficar atento àquilo que estamos buscando, principalmente na questão trabalhista. Muita coisa acontece hoje, amanhã muda. Temos nosso comitê de crise, que viemos cuidando disso.Estamos trabalhando em home office pela CDL, disponibilizamos aos associado um número. A avaliação geral é mais positiva. Não adiantava continuarmos trabalhando e ninguém sair de casa com medo".

Na semana passada, o presidente havia dito que a prioridade é a saúde pública. “O mais importante é a preservação da saúde pública e para isso precisamos evitar a aglomeração de pessoas para que a doença seja contida. A orientação é que se cumpra o decreto, posteriormente buscar meios e ações para amenizar os prejuízos que serão sentidos nesse período”, disse Cecchin.





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