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Mulher que matou a irmã em Concórdia consegue prisão domiciliar

Advogado entrou com pedido por conta do coronavírus.

Por Luan de Bortoli
29/03/2020 às 06h10 | Atualizada em 30/03/2020 - 07h39


O adovgado de Cristiane de Oliveira entrou com um pedido na Justiça de prisão domiciliar para a cliente e obteve sucesso. No ano passado, ela foi condenada por matar a própria irmã, Andreia de Oliveira, em 2018, em Concórdia. A pena aplicada a ela foi de 21 anos e seis meses de prisão. O caso chocou toda a região na época.

A partir de agora, a mulher deverá cumprir a pena em casa pelo período de três meses. O advogado Leandro Bernardi informou que entrou com o pedido por conta da pandemia do coronavírus. Depois disso, ele pretende entrar com novo pedido para ampliar o cumprimento da pena domiciliar.

O caso

O corpo de Andréia de Oliveira foi encontrado no dia 20 de abril às margens da BR-153,  na região da entrada para Linha Kaiser. O corpo, que estava com as mãos amarradas e com dois tiros em um barranco, acabou localizado por um catador de latinhas. Andréia estava dada como desaparecida e havia procura por dois dias.

Na época, Andreia estava desaparecida após ter sido vista pela última vez em um jogo de futebol no ginásio da SerSadia. Conforme informações, Cristiane e o filho, um menor, pararam o carro na Rua Marcelino Ramos, quando ela voltava do jogo, e colocaram Andreia no veículo. 

Cristiane, o filho e Andreia rodadaram por algum tempo até a Linha Guarani onde as mãos dela foram amarradas com fita crepe. Em seguida, foram até Alto Bela Vista onde os documentos e pertences de Andréia foram jogados fora. E depois, até a BR 153, local do assassinado e desova
 
O Ministério Público, seguindo a linha da investigação policial, denunciou Cristiane de Oliveira por homicídio com três qualificadoras e por ocultação de cadáver, corrupção de menores (o filho dela, de iniciais E., e que já foi condenado com medida sócio-educativa, teria dirigido o carro com Andréia amarrada no dia do feminicídio) e entregar direção de veículo para não habilitado. O companheiro de Cristiane pegou 3 anos e 6 meses, convertido em prestação de serviços. 


 





01 COMENTÁRIO - Deixe também o seu Comentário



Amdre de Oliveira comentou em 29/03/2020 as 22:20:23
Que vergonha desta justiça q temos em Santa Catarina a menos de 2 anos q fez oq fez e já está solta em casa ... amanhã depois Mata mais um dai quero ver os vcs juízes deveriam ter vergonha de vcs mesmo vcs ñ deveriam ter este trabalho de ser juiz vcs ñ são dignos de ser juiz..vergonha




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