Rádio Rural AM 840

NOTÍCIAS


Geral

FIESC, ACIC, CDL e Sinduscon apoiam decreto que estabelece lockdown em Concórdia

Representantes participaram de uma coletiva online nesta sexta.

Por Luan de Bortoli
28/02/2021 às 06h07


Representantes da FIESC (Alto Uruguai), Associação Empresarial de Concórdia (ACIC), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon)  realizaram uma entrevista coletiva (online) na tarde desta sexta-feira, dia 26, para apoiar o decreto anunciado pela Administração Municipal de Concórdia que determina lockdown (pelo período de quatro dias) como forma de conter o avanço da pandemia da Covid-19 e evitar um colapso no atendimento à população.

O vice-presidente da FIESC (Alto Uruguai), Álvaro Luiz de Mendonça, manifesta apoio às medidas definidas pelo Poder Público. "Estamos apoiando esse decreto. Temos uma grande preocupação com a atual situação do HSF. Estamos cumprindo com o dever cívico de que esse decreto seja cumprido em sua integralidade. Neste aspecto, é fundamental que as pessoas respeitem as normas. Precisamos enfrentar esse momento com disciplina e seriedade", assinala Mendonça.

Para o presidente da ACIC, Sérgio Domingos Radin, o momento exige reflexão. "Não nos resta outra saída que não seja apoiar as medidas constantes no decreto, assinado na manhã desta sexta-feira. Temos o dever de fazer uma reflexão sobre esse cenário que estamos vivendo. É necessário muito cuidado e cumprimento das regras que foram determinadas", destaca Radin. 

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), André Pagotto, argumenta que os protocolos sanitários precisam ser respeitados. "Queremos fortalecer que é preciso seguir os protocolos preconizados pelos órgãos sanitários. O maior apelo que fazemos é de que as pessoas evitem aglomerações. Estamos no limite do limite", pontua Pagotto.

O presidente da CDL, Gabriel Sabino, também externa o apoio às medidas da Administração Municipal. "A nossa posição sempre foi de equilíbrio entre as coisas sem o fechamento total dos estabelecimentos. Mas em função da realidade em que estamos vivendo, em que pessoas podem perder a vida em decorrência da falta de leitos no hospital optamos por apoiar esse decreto e nos solidarizamos com todas as pessoas que de alguma forma estão sofrendo com esta doença. Estamos sensíveis ao posicionamento do prefeito", sublinha Gabriel Sabino.

Fonte: PG Comunicação





SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR




VEJA TAMBÉM