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Coronavírus

Vacinação gera sensação de queda no número de idosos infectados

Médico explica a situação dos casos em Concórdia.

Por Lucas Villiger
07/04/2021 às 08h45


Com a aplicação das vacinas ocorrendo gradualmente, começa a se criar uma percepção de queda nos casos de covid em idosos na cidade. Em teoria, isso é exatamente o que deve acontecer e é o que deve continuar acontecendo cada vez mais rápido. Santa Catarina recebeu na semana passada a maior remessa de vacinas, foram mais de 300 mil doses, que devem agilizar ainda mais a Campanha Nacional de Imunização.

O vereador e médico Fernando Busetto avalia que essa percepção de quedas está acontecendo na prática. “Eu tenho visto no meu consultório onde atendo os pacientes, que o número de idosos que procuram as consultas hoje com sintomas de Covid tem diminuído significativamente”, explica. “Atualmente as pessoas mais jovens têm procurado assistência médica, a gente vê esse cenário também nos postos de saúde, eu estou relacionando isso a questão da vacina, aos cuidados que está se tendo também, mas principalmente as vacinas”, completa Fernando.

Países que estão vacinando mais rápido tendem a abrir sua economia com mais velocidade, principalmente em setores que estão estagnados desde o início da pandemia, como a Indústria do Entretenimento. A Alemanha recentemente promoveu um show com aproximadamente cinco mil pessoas, todas testadas e com máscaras, mas já retrata um início de recuperação do ramo.

Fernando também espera que a economia em Concórdia volte com o andamento da vacina. “A vacinação já aconteceu em 10% da nossa população e avançando isso a gente vai ter também uma melhora na diminuição de casos e principalmente tentar voltar ao normal”, salienta. “A nossa economia precisa melhorar, as pessoas estão tendo dificuldade financeira, o comércio também, com lojas fechando, então tomara que essa vacina venha rápido e a gente consiga recuperar a economia”, finaliza o vereador.

Mas o vereador sempre salienta que o principal objetivo de todos na cidade é salvar vidas. A continuidade no uso das máscaras e do álcool em gel, assim como o distanciamento social devem continuar, segundo os protocolos de saúde. Principalmente não promovendo aglomerações, pois segundo os pesquisadores, é onde o vírus ganha força.





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