COLUNA DO LUÍS LONGHINI


Luis Longhini


A pedra no sapato do prefeito Ferri: Os show da Expo!


Por Luís Longhini
Radar
04/09/2026 às 12h30 - Atualizada em 04/09/2026 às 14h57
Compartilhar

O prefeito de Concórdia, Fábio Ferri, PL, e a Comissão Organizadora da Expo Concórdia estão com uma verdadeira pedra no sapato: definir os shows da edição de 2027.

Segundo o Serviço Secreto de Luís Longhini, o SSLL, o maior problema está justamente no preço das atrações. Os melhores nomes do mercado estariam custando entre R$ 500 mil e R$ 1,8 milhão, e boa parte dos artistas mais renomados já ultrapassa a barreira dos R$ 500 mil, um exemplo recente foi a contratação do cantor Daniel para a programação de Natal de Concórdia, com um cachê de R$ 700 mil.

A feira só acontece em setembro de 2027, daqui um ano, pelo menos no cronograma, mas a dor de cabeça já começou. Afinal, esta administração quer entregar uma Expo ainda maior do que as duas grandes edições realizadas pelo ex-prefeito Rogério Pacheco — só que há um detalhe: para fazer melhor, será preciso colocar a mão no bolso. E aí entra a ordem do atual governo, que é economizar. O perigo? Economizar demais e entregar uma feira que deixe a desejar.

Outro pepino na mesa é decidir se os shows serão todos gratuitos, e quantos serão, ou se parte da programação terá cobrança de ingressos, seguindo um modelo semelhante ao adotado pelo ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues.

Curiosamente, a atual administração já criticou o governo Pacheco justamente pela política de oferecer tudo gratuitamente. Fábio Ferri, segundo interlocutores do SSLL, já teria admitido que os shows estão caros demais.

Agora, caberá ao prefeito e à comissão encontrar o meio-termo entre agradar o público, preservar os cofres públicos e não fazer uma Expo “meia-boca”. Em dezembro vem o pré-lançamento da feira, mas o anúncio dos shows — ou de boa parte deles — deve ficar para 2027, no lançamento oficial.

Ferri terá uma batata quente para descascar: gastar uma fortuna na Expo e ser questionado pelo contribuinte, ou economizar e ser cobrado pela qualidade da festa. Em qualquer dos caminhos, uma coisa é certa: o prefeito será elogiado por uns e criticado por outros.

Agora é aguardar para ver qual será a escolha.




 


SEJA O PRIMEIRO A COMENTAR







VEJA TAMBÉM