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​Preço dos combustíveis volta a bater recordes na média de março em Concórdia

Valor só não subiu ainda mais pois a Petrobrás praticou duas baixas.

Por Luan de Bortoli
16/04/2021 às 06h33 | Atualizada em 17/04/2021 - 06h43


Mesmo em um mês de poucas altas praticadas pela Petrobrás, o preço médio da gasolina, do etanol e do diesel em março atingiu patamares históricos em Concórdia, conforme levantamento realizado pela reportagem da emissora através de uma pesquisa em postos de combustíveis de Concórdia. A gasolina, por exemplo, fechou com média de inéditos R$ 5,55 por litro.

A alta do preço médio em março na comparação com fevereiro foi de 25 centavos, inferior ao aumento anterior, que havia sido de 53 centavos. Em um ano, o preço médio por litro subiu R$ 1,10. Ao longo do mês de março, o preço da gasolina variou entre R$ 5,41 e R$ 5,59 em onze postos consultados pela emissora. Este valor médio foi o maior já alcançado desde o início da série histórica, em 2002.

Recorde também atingido pelo etanol. No terceiro mês do ano, o preço do litro deste combustível chegou à média de R$ 5,16, ou 36 centavos a mais do que o preço final registrado no mês de fevereiro. Em março, o valor do produto variou entre R$ 4,49 e R$ 5,45 em seis postos consultados. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o aumento é de R$ 1,03 por litro.

Com menor aumento mensal mas anda assim batendo recorde no preço médio, o diesel também teve alta. Chegou a R$ 4,29 em março, um centavo a mais do que a média registrada em fevereiro. A reportagem consultou o preço do produto em nove postos de Concórdia. Em relação ao ano passado, o diesel teve uma alta de 67 centavos.

Inédito em 2021, a Petrobrás reduziu o preço da gasolina e do diesel nas refinarias duas vezes consecutivas no mês de março. Isso foi responsável por evitar que o preço dos produtos subisse ainda mais na média final do terceiro mês do ano. Segundo a Petrobras, os reajustes aplicados se dão por "alinhamento dos preços ao mercado internacional [que] é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido, sem riscos de desabastecimento”.





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