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Educação

​Mais de 670 crianças iniciam processo de adaptação nos CMEIs de Concórdia


Concórdia está regularizando problema de falta de vagas

Por Luan de Bortoli
12/08/2021 às 06h16 | Atualizada em 12/08/2021 - 07h41
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Começou na primeira semana de agosto e deve terminar até o fim deste mês o processo de adaptação de novas crianças nos Centros Municipal de Educação Infantil, os CMEIs, de Concórdia, conforme informa o secretário de educação, Neuri Comin. Este é um procedimento que visa regularizar o problema de falta de vagas por conta de protocolos da pandemia da covid-19.

São 672 crianças que estão passando por este momento de introdução gradativa nas instituições. As famílias são contatadas pelos próprios funcionários dos centros infantis, inserindo crianças aos poucos em diferentes grupos. O plano de organização deste processo de regularização teve início em julho e será concretizado em agosto, conforme explica o secretário.

“O período de adaptação dos Cmeis é diferente das escolas. As famílias vão deixando as crianças gradativamente para que possam entender a nova dinâmica da vida. Continuamos ainda em dois turnos, infelizmente, mantendo distanciamento e higienização. Estamos atendendo do grupo 1 375, do 2, 172, do grupo 3, 58 e do 4, 67. Tem dado certo, as famílias entenderam o processo. Os coordenadores têm entrado em contato com as famílias e se eles quiserem deixar as crianças, já pode.

No entanto, ainda há casos em que crianças estão aguardando por vagas em CMEIs que ficam mais próximo do local de trabalho ou de moradia dos responsáveis. Os nomes são deixados em até cinco educandários e serão chamados conforme houver disponibilidade de vagas, de acordo com Comin.

“Muitas vezes a família quer determinado CMEI, mas naquele não há vagas. Mas, então, o que a gente orienta? Que procurem uma unidade, e podem deixar o nome em até cinco espaços que sejam mais próximos da residência ou que facilitem a locomoção. Eles podem inscrever em mais de um, e à medida que vai havendo a vacância, e dentro dos CMEIs que a família optou, estão endo chamados”.

O problema de falta de vagas estava na Justiça. Em julho, o Ministério Público ajuizou ação civil pública para a prefeitura regularizar de forma urgente as vagas. No fim do último mês, no entanto, o Tribunal de Justiça indeferiu o pedido de urgência, mas mantendo a necessidade para que o problema fosse regularizado. Na época, a prefeitura respondeu se comprometendo a resolver a situação de falta de vagas.




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