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Saúde

Em Concórdia, governador assina repasse de R$ 3 milhões ao HSF


Ele também falou sobre eleições e as obras da SC-283

Por Luan de Bortoli
30/06/2022 às 19h34 | Atualizada em 01/07/2022 - 14h46
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O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, esteve em Concórdia nesta quinta-feira, dia 30, onde assinou um repasse de convênio na ordem de R$ 3 milhões ao Hospital São Francisco. Ele cumpre um roteiro em diversas cidades do Oeste e Meio-Oeste catarinense.

O recurso é para manutenção e custeio das operações diárias da instituição de saúde, conforme informou o governo, dividido em três convênios (de R$ 2 milhões, outro de R$ 686 mil e por fim, um de R$ 215 mil). Diversas autoridades acompanharam o governador, como o presidente da Alesc, Moacir Sopelsa, e o deputado Valdir Cobalchini.

Durante conversa com a imprensa, o governador destacou a importância em repassar verba para os hospitais e destacou que isso se tornou rotina dentro do atual governo. Para Moisés, apesar de todas as perdas, a pandemia deixa um legado de aprendizado em relação a como investir em saúde.

"A gente acredita que tem que continuar investindo. Estamos saindo de uma guerra, a pandemia. Não temos uma saúde dos sonhos, mas saímos vitoriosos, com a menor taxa de letalidade. E agora vamos aproveitar esta herança e transformar em serviço, especialmente para enfrentamento da fila de cirurgias eletivas, para tirar o sofrimento das pessoas".

Conforme o diretor do Hospital São Francisco, os recursos serão usados para o serviço de nefrologia (hemodiálise) e ainda para a cardiologia, para pacientes que têm infarto e precisam de cateterismo e angioplastia, reforça ele. Parte ainda faz parte da Política Hospitalar Catarinense.

O governador também falou sobre a dificuldade de avançar com obras como é o caso SC-283, que está em licitação para ser revitalizada, mas até agora só um trecho saiu do papel e outro teve uma empresa vencedora. Dois trechos seguem com resultados fracassados ou desertos.

"Os preços estão subindo rapidamente, a inflação também. As empreiteiras, quando participaram das licitações, iniciaram com o preço do diesel a R$ 3, e agora tá chegando a R$ 8. Então, isso dá um impacto, um desequilíbrio nos contratos, que precisam ser revisados. Estamos encontrando uma solução junto ao Tribunal de Contas, para revisar tabelas e contratos, e trazer o modelo para os prefeitos. Quando a gente faz um processo, licitação, os preços aumentam e os valores ficam desatualizados. Precisamos corrigir a diferença, para que as empresas também não trabalhem no prejuízo".

Sobre eleições, o governador disse que o momento ainda é de discussões. Ele não tem um candidato a vice, mas está próximo do MDB. Um dos nomes cotados é o deputado Moacir Sopelsa. Moisés disse que pretende conseguir mais alianças, inclusive visando mais espaço durante a propaganda política.

"Acredito na força do MDB, sei que presta grande serviço de SC. E por isso a gente tem aguardado um posicionamento do partido. Obviamente, a decisão do partido é soberana e temos que dialogar com outros partidos, no sentido de garantir um governo de coalisão, dando tempo de TV para poder falar de nossas ações. A gente não pretende ficar isolado, e vamos conversar com todos os partidos. E temos esperança de que o que a gente iniciou nas conversas com o MDB se encaminhem para um bom resultado".
 






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