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Carol de Toni deixa PL após ser preterida para Carlos Bolsonaro ser candidato em SC
Conforme informações, existem quatro siglas interessadas na ida de De Toni para concorrer ao Senado.
O que aconteceu
A definição ocorreu depois de uma reunião entre Carol de Toni e Valdemar Costa Neto, presidente do PL. O encontro foi na tarde desta quarta. A deputada foi comunicada que uma vaga será de Carlos e a outra será reservada a um indicado pela federação entre União Brasil e PP.
A negativa acontece depois de o PL catarinense dar a palavra de que ela iria ao Senado. Vice-presidente do partido em Santa Catarina, Bruno Mello disse ao UOL na semana passada que estava fechada uma chapa pura ao Senado com Carlos e Carol de Toni.
Valdemar tentou argumentar, mas não teve sucesso. Ele sugeriu que Carol de Toni fosse candidata à vice-governadora, arranjo complicado porque já há um indicado. Outra opção seria a deputada tentar a reeleição e virar líder do PL a partir de 2027.
Preterida pela Executiva Nacional, a deputada vai concorrer ao Senado por outro partido. O UOL apurou que há quatro opções à mesa, incluindo o Republicanos e o Avante. Carol de Toni não tomou uma decisão sobre seu destino.
Com a desistência da deputada, Esperidião Amin (PP) deve ser o candidato. Ele é senador, foi parlamentar com Jair Bolsonaro e articula desde o ano passado para tentar a reeleição.
Pressão de União Brasil e PP
A decisão do PL nacional ocorre depois de pressão de aliados. Os presidentes do União Brasil (Antônio Rueda) e do Progressistas (Ciro Nogueira) deixaram claro que apoiariam um adversário do governador Jorginho Mello (PL) se não tivessem direito a uma vaga para o Senado.
Houve até ultimato. Coordenador da federação entre União Brasil e PP em Santa Catarina, o deputado Fabio Schiochet (União-SC) declarou que o PL foi comunicado que deveria escolher entre Carol de Toni e Carlos Bolsonaro até o final de fevereiro.
Caso o PL não abrisse uma vaga, União e PP fechariam aliança com João Rodrigues. Prefeito de Chapecó, ele é candidato a governador pelo PSD, partido de Gilberto Kassab e que está montando uma chapa para concorrer a presidente no campo da direita, mesmo espectro político de Flávio Bolsonaro (PL).
Fonte: Felipe Pereira / UOL
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