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Agropecuária
ACCS destaca avanços e projeta próximos quatro anos durante cerimônia de posse
Evento realizado no sábado (7) reuniu lideranças do setor e representantes internacionais.
Durante o evento, o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, destacou que a posse representa também um momento de diálogo com a sociedade sobre os resultados obtidos pela entidade e os planos para o próximo ciclo de gestão.
“É um momento oportuno para compartilhar com a sociedade catarinense os resultados alcançados pela associação nos últimos anos, bem como as perspectivas para os próximos quatro”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de representantes do Paraguai, da Argentina e do Bripain, bloco formado por oito países e presidido por Lorenzi desde novembro de 2024. Segundo ele, a aproximação internacional tem como objetivo ampliar oportunidades comerciais para o setor.
“Estamos empenhados em diversas propostas de trabalho e dedicados a concretizá-las, principalmente na abertura de novas fronteiras comerciais”, ressaltou.
De acordo com o presidente, a ACCS ampliou sua atuação para além de Concórdia, com articulações em nível estadual, nacional e internacional. Parcerias com os governos estadual e federal, além de entidades e associações, têm contribuído para esse avanço.
Entre as prioridades da entidade está a redução dos custos de produção. Uma das estratégias citadas é a importação de milho do Paraguai, via Carlos Antonio Lopes, e da Argentina, por Eldorado, com destino ao Oeste catarinense, buscando diminuir custos logísticos e aumentar a competitividade dos produtores.
A ACCS também mantém iniciativas como o apoio à cooperativa IACOASC e a participação na definição semanal de preços por meio das bolsas de suínos. “Trabalhamos para garantir preços mais justos aos suinocultores e dar sustentabilidade à atividade”, pontuou Lorenzi.
Ao celebrar 66 anos de fundação, a associação prestou homenagem a ex-presidentes, diretorias e colaboradores que ajudaram a consolidar a entidade como principal representante da suinocultura catarinense.
“Há um longo caminho a percorrer, mas a base está cada vez mais sólida. Vamos continuar crescendo e priorizando os interesses dos produtores, sem negligenciar a importância das indústrias, pois existe uma interdependência entre ambos”, destacou.
A biosseguridade foi apontada como um dos principais pilares do setor. Conforme Lorenzi, manter elevados padrões sanitários é essencial para garantir a presença catarinense em mercados exigentes.
“A biosseguridade é nosso maior patrimônio. Ela é fundamental para a manutenção e expansão em mercados como Japão, Estados Unidos e México, onde Santa Catarina já se destaca”, concluiu.
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