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Prefeito de Joinville confirma pré-candidatura a vice-governador e defende união da direita em SC


OUÇA: Adriano Silva (Novo) afirma que deixará o cargo em abril e destaca parceria com Jorginho Mello

Por Rafael Martini
02/03/2026 às 08h19
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O prefeito de Joinville e pré-candidato a vice-governador de Santa Catarina, Adriano Silva, participou ao vivo do programa Visão Geral, da Rádio Rural, na manhã desta segunda-feira (02), onde falou sobre o cenário político estadual, o convite para compor chapa com o governador Jorginho Mello e os próximos passos de sua trajetória política.

Durante a entrevista, Adriano destacou sua origem empresarial e afirmou que ingressou na política por indignação com a condução administrativa de Joinville. “Sou empresário, minha família é fundadora do Laboratório Catarinense e entrei na política por indignação. Conseguimos fazer um trabalho diferenciado em Joinville, com processo seletivo para secretários, uma gestão técnica e com muitos resultados”, pontuou.

Sobre o convite para ser vice na chapa encabeçada por Jorginho Mello, o prefeito ressaltou que a possibilidade de unir forças da direita foi determinante. “Eu acredito muito na valorização do empreendedorismo, em baixar impostos, em diminuir o peso do Estado sobre quem gera riqueza. A união do Novo com o PL pode criar uma onda nacional, porque 2026 será um ano de grande importância para o Brasil”, afirmou.

Segundo ele, Santa Catarina é exemplo de desenvolvimento. “Santa Catarina hoje é um Brasil que dá certo. Podemos mostrar para o país como a direita vem se unindo aqui”, acrescentou.

Adriano também confirmou que deixará o cargo de prefeito dentro do prazo legal. De acordo com a legislação eleitoral, é necessário se desincompatibilizar seis meses antes do pleito. “Programamos minha renúncia para o dia 2 de abril. A partir daí, a vice-prefeita Rejane Gambim, também do Novo, assumirá como a primeira prefeita mulher da história de Joinville”, explicou.

Ao analisar o cenário político catarinense, que deve contar com outras candidaturas, como a do prefeito de Chapecó, João Rodrigues, e possíveis articulações envolvendo Gelson Merisio, Adriano avaliou o processo como natural. “É comum surgirem novas lideranças e candidaturas. Os partidos precisam montar nominatas e fortalecer suas bases. Mas acredito que, pela experiência do governador Jorginho, haverá diálogo para manter uma base unida e fortalecida”, disse.

O prefeito ainda comentou o cenário nacional e a preparação da direita para 2026. Ele citou alianças em outros estados e destacou lideranças como Tarcísio de Freitas e Romeu Zema, ambos do campo da direita, como exemplos de gestão. “A consolidação da direita está acontecendo. Precisamos formar lideranças e fortalecer partidos para que as mudanças ocorram também no Congresso Nacional”, concluiu.
 


Confira o áudio:





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