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Porte de arma 24h: Câmara aprova e brasileiros desta profissão ganham direito de andar armados
Comissão da Câmara aprova mudança no Estatuto do Desarmamento.
A medida amplia o direito desses profissionais de andarem armados não apenas durante o expediente, mas também fora do horário de trabalho, em razão da possibilidade de sofrerem retaliações.
Câmara aprova porte de arma para vigilantes no Brasil
O texto aprovado do porte de arma para vigilantes é um substitutivo ao Projeto de Lei 2480/25, de autoria da deputada Rosângela Reis, com relatoria do deputado Delegado Paulo Bilynskyj.
Segundo o relator, o reconhecimento da atividade como de risco não representa privilégio, mas uma adequação à realidade enfrentada por esses trabalhadores. “Trata-se de medida coerente com o princípio da proteção da vida e da integridade física”, afirmou.
Inicialmente, a proposta previa apenas facilitar a aquisição de equipamentos de defesa. No entanto, o texto aprovado vai além e altera o Estatuto do Desarmamento, garantindo o porte de arma de fogo aos profissionais da área, desde que cumpram requisitos técnicos e legais.
Com a mudança, o porte deixa de ser restrito ao horário de serviço e passa a valer também na vida privada do agente. A medida abrange vigilantes, agentes de segurança privada e instrutores de armamento e tiro.
Punições e rigor
Para ter direito ao porte, o profissional deverá comprovar vínculo ativo na área, apresentar a Carteira Nacional do Vigilante válida e cumprir exigências previstas no Estatuto da Segurança Privada, como formação específica e aptidão psicológica.
O texto também estabelece mecanismos de controle: empresas deverão informar à Polícia Federal eventuais desligamentos, e o porte poderá ser cassado em caso de uso irregular.
A proposta ainda prevê punições rigorosas para o uso indevido da arma. Caso o profissional utilize o equipamento, seja funcional ou particular, para cometer crimes, poderá ser demitido por justa causa e perder o direito ao porte.
O que falta para virar lei?
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para entrar em vigor, precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, além de sancionado pelo presidente da República.
Fonte: ND+
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