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Justiça
Acusado de homicídio em Irani vai a júri popular em Concórdia
Julgamento ocorre nesta sexta-feira; promotoria sustenta que há provas da autoria.
De acordo com a denúncia, o crime aconteceu entre a noite do dia 3 e a madrugada do dia 4 de março de 2015, na residência da vítima. Conforme os autos, o acusado teria ido até o local armado com uma faca e, ao ser atendido pela vítima, desferiu um golpe na região do tórax, causando um ferimento grave que resultou em morte por choque hemorrágico horas depois, já no hospital.
O Ministério Público aponta que o homicídio foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que o autor teria se aproveitado do estado de embriaguez da vítima para atacá-la de surpresa, sem possibilidade de reação.
Durante a investigação, testemunhas relataram que a vítima chegou a indicar o autor do crime ainda com vida, tanto no local quanto posteriormente no hospital. Policiais militares que atenderam a ocorrência também confirmaram que ele mencionou o nome do acusado enquanto recebia atendimento.
Além disso, depoimentos colhidos ao longo do processo indicam a existência de um possível desentendimento anterior entre as partes. Segundo relatos, a vítima teria se envolvido na morte de um familiar do acusado anos antes, o que pode ter motivado o crime.
Mesmo negando participação, a versão apresentada pelo acusado foi considerada isolada diante do conjunto de provas reunidas, incluindo laudos periciais, boletim de ocorrência e depoimentos testemunhais.
Para o Ministério Público, há prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria, requisitos necessários para a pronúncia do réu.
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