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MP apresenta alegações finais e pede julgamento pelo júri popular de acusado de matar segurança no Réveillon de Piratuba
Suspeito continua preso no presidio de Joaçaba.
Conforme apurado pelo Portal Magronada, a Justiça ouviu 19 pessoas, entre testemunhas e informantes. Segundo o Ministério Público, nas declarações prestadas por Souza, houve relevantes contradições. Em uma das fases do inquérito policial, ele disse não saber quem desferiu o tapa, atribuindo a conduta a Zamboni. Segundo o órgão, Adilho teve tempo de refletir sobre sua conduta e se afastar, mas optou por voltar armado e matar Eleir.
De acordo com o Ministério Público, no momento do disparo com a arma de fogo, não havia agressão ou outra justificativa para a reação defensiva, estando Eleir de costas e ao telefone, afastando a tese de legítima defesa. Souza agiu por motivo torpe e vingança.
Ainda segundo o Ministério Público, a dinâmica dos fatos não deixa margem para dúvidas, pois Adilho agiu com manifesta vontade de ceifar a vida de Zamboni. Souza expôs a risco de vida as demais pessoas. O órgão entendeu que o crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido mostrou-se comprovado, mesmo ele tendo registro.
O Ministério Público pede o júri popular de Adilho pelos crimes de homicídio qualificado, por motivo torpe, emprego de violência, impossibilitando a defesa do segurança, e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. A defesa do réu ainda terá prazo para a apresentação das alegações finais. Após isso, a juíza Mayara Gomes Pedroso vai dar a sentença para o acusado ir ou não a júri popular. Na quinta-feira, dia 14, o juiz Daniel Rasch manteve a prisão preventiva de Souza para garantia da ordem pública
Fonte: Magronada
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