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Saúde

Secretaria de Saúde confirma caso de meningite bacteriana


Criança de três meses está internada, mas já apresentou melhora.

Por Ederson Vilas Boas
26/05/2026 às 16h46 | Atualizada em 27/05/2026 - 11h24
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Uma criança de três meses e 24 dias, que está internada no Hospital São Francisco, foi confirmada com meningite bacteriana. A bactéria identificada foi  Haemophilus Influenzae (não subtipado). A coleta do exame foi realizada no fim de semana, sendo que o resultado saiu nesta terça-feira, 26. A criança, que iniciou com sintomas no dia 19 de maio, com irritabilidade e recusa alimentar (mas sem febre e vômito), está internada desde o dia 22 de maio, com quadro estável e recentemente com uma significativa melhora. Todo o protocolo preventivo e de identificação dos contatos já foram realizados pela Vigilância Epidemiológica de Concórdia. Inclusive professores e pais das crianças que frequentavam a mesma turma no CMEI Dr. Julio Cesar Ribeiro Neves, já foram orientados.

Segundo a coordenadora da Unidade Sanitária Central, Eliani Mortari, nenhuma pessoa que teve contato com a criança, nem mesmo os familiares, apresentou sintomas até o momento. “Amanhã faremos avaliação individual de 11 crianças, com idade entre 4 e 9 meses, além de quatro professoras. Estamos monitorando qualquer hipótese de sintomas neste grupo”, informou a coordenadora. 

O protocolo do Ministério da Saúde indica a medicação profilática (mesmo sem qualquer sintoma, de forma preventiva) em todas as crianças menores de dois anos de idade. “Tanto a criança que positivou, quanto as demais que estiveram expostas a ela, tem esquema vacinal contra a meningite. A criança com a doença tomou a primeira dose da vacina, sendo que a segunda, seria administrada aos quatro meses”, adiantou Eliani. 

A meningite bacteriana é uma infecção grave das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. Ela é transmitida pelo sistema respiratório. “Não foi possível identificar o foco infeccioso, onde ela contraiu, mas a transmissibilidade acontece pela fala, tosse, espirro ou contato próximo com gotículas de saliva e secreções respiratórias. A melhor prevenção é por meio da vacina”, completou a coordenadora da Unidade Sanitária Central.


Fonte: Lana Correa Pinheiro / Prefeitura de Concórdia




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