Conforme o município, durante esse tempo, a tutora nunca adotou animais abandonados - eles nasciam no próprio imóvel. Imagens enviadas pela prefeitura na terça-feira (26) mostram os animais aglomerados em cômodos, janela e dentro dos móveis da casa.

Conforme o município, a situação ganhou repercussão depois que o município assinou, no fim de abril, um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a tutora após uma ação do Ministério Público (MPSC).
No acordo, o município assumiu o compromisso de encaminhar os gatos para a castração e, posteriormente, direcioná-los a ONGs de Proteção Animal, responsáveis por promover as adoções.
"Mas a problemática se tornou ainda maior quando a Diretoria de Proteção Animal, juntamente com alguns voluntários, perceberam que parte dos animais estavam doentes devido às condições da moradia e o compartilhamento do espaço com muitos animais", comentou.

A medida foi necessária porque, ao visitar a residência da tutora, foi constatado que havia muitos animais doentes em razão das condições precárias do ambiente e da superlotação. De acordo com a diretoria, no entanto, a responsabilidade pelo acúmulo dos animais continua sendo da tutora.
"Estamos tentando ajudar para que o caso não tome maiores proporções, já que muitos gatos já morreram e tantos outros estão com grandes problemas de saúde”, disse.
Para ajudar na situação, o curso de medicina veterinária do Instituto Federal Catarinense (IFC) irá ajudar no atendimento dos animais. Eles também trabalham na microchipagem dos animais.

Os animais serão castrados apenas após passarem um período de quarentena no apartamento para que as doenças não sejam transmitidas a outros animais e para tratamento o que estão mais debilitados.












