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Após quatro anos foragido, condenado por tentativa de feminicídio em Irani é preso pela Polícia Militar


Homem condenado a mais de 16 anos de prisão foi localizado em Braço do Norte

Por Redação
06/06/2026 às 11h04
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Após quatro anos de investigação e buscas, a Polícia Militar de Irani, com apoio da Polícia Militar de Braço do Norte, prendeu na última sexta-feira um homem de 50 anos, identificado pelas iniciais V.M., que estava foragido da Justiça após ser condenado por uma tentativa de feminicídio ocorrida em Irani.

O crime aconteceu em 2023 e teve como vítima a própria esposa do condenado. Na ocasião, a mulher foi atingida por diversos golpes de faca e sofreu ferimentos gravíssimos. Ela sobreviveu ao ataque, mas ficou com sequelas severas e, segundo informações apuradas, permanece em tratamento até hoje em decorrência das lesões causadas pelo agressor. Após o crime, o autor fugiu e não foi mais localizado.

Recentemente, a Polícia Militar de Irani recebeu informações de que ele estaria residindo no município de Braço do Norte. Com o apoio das autoridades locais, os policiais iniciaram diligências e descobriram que o homem havia constituído uma nova família na cidade. Durante as investigações, foi constatado ainda que a atual companheira esta gravida e que o homem teria engravidado uma enteada. Diante das informações levantadas e do mandado de prisão expedido pela Justiça, as equipes realizaram a abordagem e efetuaram a prisão do condenado. Após os procedimentos, ele foi encaminhado ao Presídio Regional, onde passará a cumprir a pena superior a 16 anos de reclusão pela tentativa de feminicídio. O caso causou grande comoção em Irani na época dos fatos.

Além da gravidade da violência praticada contra a esposa, o homem deixou filhos desamparados no município, que passaram a ser cuidados por familiares em razão da condição de saúde da mãe. A prisão foi resultado de um trabalho conjunto entre as polícias militares de Irani e Braço do Norte, encerrando uma longa busca pelo condenado e garantindo o cumprimento da decisão judicial.


Fonte: SERGINHO PRIMAM




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