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Concórdia registra apenas dois homicídios no primeiro semestre; Oeste tem menor índice da última década


Levantamento da Polícia Civil aponta redução de quase 40% nos assassinatos na região.

Por Rafael Martini
03/07/2026 às 11h02 | Atualizada em 03/07/2026 - 11h28
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A Polícia Civil de Santa Catarina divulgou nesta quinta-feira um balanço que aponta uma expressiva redução nos índices de criminalidade no Oeste catarinense durante o primeiro semestre de 2026. De acordo com os dados, a região registrou 23 homicídios entre os meses de janeiro e junho, número que representa uma queda de quase 40% em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 38 assassinatos.

O resultado é considerado o melhor dos últimos dez anos na área de abrangência da Diretoria de Polícia da Fronteira, responsável pelo atendimento de 89 municípios do Oeste do estado.

Em Concórdia, foram registrados dois homicídios no período. O município está entre as 13 cidades da região que tiveram ocorrências desse tipo de crime ao longo do semestre. O maior número de casos foi registrado em Chapecó, que contabilizou oito homicídios.

Além da redução nos crimes contra a vida, os indicadores também apontam diminuição em outros delitos. Os roubos apresentaram queda de quase 16%, enquanto os furtos recuaram 9,5% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

Segundo a Polícia Civil, os resultados refletem o fortalecimento das ações de investigação e inteligência, além dos investimentos realizados nos últimos anos para ampliar a estrutura de segurança pública e intensificar o combate à criminalidade na região.

A instituição destaca que o trabalho integrado entre as forças de segurança, aliado ao uso de tecnologias e ao aprimoramento das estratégias de enfrentamento ao crime, tem contribuído para a redução dos índices e para o aumento da sensação de segurança da população.

Os números reforçam uma tendência de queda da criminalidade no Oeste catarinense e colocam a região em um dos melhores patamares de segurança pública da última década.


Fonte: SERGINHO PRIMAM




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