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Sindilojas de Concórdia publica manifesto em defesa da liberdade de pensamento e contra boicotes por posições políticas


Documento divulgado nesta quarta-feira, dia 28, manifesta preocupação com iniciativas de boicote.

Por Lucas Villiger
28/10/2026 às 11h45
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O Sindicato do Comércio Varejista de Concórdia e Região (Sindilojas) publicou nesta quarta-feira, dia 28, um manifesto institucional em defesa do respeito, da liberdade de pensamento e da valorização do comércio local. No documento, a entidade manifesta preocupação com iniciativas de boicote a estabelecimentos comerciais e profissionais em razão de suas posições políticas ou ideológicas.

O texto destaca que a liberdade de pensamento é um direito de todos e que divergências não devem resultar em intimidação, constrangimento ou discriminação. A entidade também defende o diálogo, o respeito às diferenças e a convivência democrática, ressaltando que cada cidadão tem o direito de expressar suas convicções, assim como de respeitar quem pensa de maneira diferente.

No manifesto, o Sindilojas afirma que não compactua com campanhas de boicote, cancelamento ou exposição de empresas e pessoas motivadas por posicionamentos políticos. Segundo a entidade, esse tipo de atitude pode aprofundar divisões na comunidade, gerar prejuízos econômicos e atingir diferentes setores da sociedade.

O documento também chama a atenção para os impactos dessas iniciativas sobre empreendedores, trabalhadores e famílias que dependem da atividade comercial. A entidade ressalta que o comércio local é formado por pessoas com diferentes visões de mundo e que a convivência respeitosa entre clientes, fornecedores e colaboradores é fundamental para a manutenção dos negócios.

Ao defender a valorização de quem empreende, o Sindilojas associa o fortalecimento do comércio à geração de empregos, à movimentação da economia e ao desenvolvimento de Concórdia e região.

O manifesto encerra reforçando a ideia de que a comunidade é interdependente e que o respeito às diferenças contribui para a sustentabilidade das relações comerciais. O documento, porém, não cita empresas, profissionais ou episódios específicos que tenham motivado sua publicação.




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